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Folia • 13/02/2018 - 12:16 • Atualizado em: 13/02/2018 - 14:11

Com efervescência do frevo, encontro dos bonecos gigantes atrai multidão em Olinda

Tradição na "Terça Gorda" há 31 anos, reunião e desfile dos gigantes homenageia o presidente do Homem da Meia-noite, Luiz Adolfo

por Giselly Santos
Paulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagensPaulo Uchôa/LeiaJáImagens
O ritmo efervescente do frevo embalou na manhã da terça-feira (13) de Carnaval em Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR), o tradicional Encontro dos Bonecos Gigantes que inicia no Largo do Guadalupe e segue pelas ladeiras da Cidade Alta.  O evento, que atraiu milhares de foliões, já acontece há 31 anos e o responsável é o artista plástico Silvio Botelho, criador da maioria das esculturas carnavalescas. 
 
Nesta edição o homenageado foi o presidente do Homem da Meia Noite, Luiz Adolfo, que também foi retratado em forma de gigante e abriu o desfile ao lado do seu calunga; eles foram seguidos da Mulher do Dia, Antúlio Madureira, Palhaço Chocolate, os maestros Sopk e Forró, figuras da música pernambucana, além de Levy Fidélix e outros nomes da cultura pernambucana. A expectativa, entretanto, era pela participação do boneco do MC Troinha, que não estava entre os que saíram às ruas.
 
Nas varadas, dezenas de pessoas se juntaram para formar uma espécie de camarote para assistir a passagem dos gigantes. A casa de Manoel Dias, que mora há 20 anos em Olinda, foi uma delas. "Gosto de receber os amigos e dar a eles esta vista privilegiada desses gigantes que fazem do nosso Carnaval algo tão bom", disse. Apenas no terraço da casa dele tinha cerca de 20 pessoas, sem falar nas demais da mesma rua. 
 
No chão, passistas, famílias e orquestras três orquestras de frevo acompanham os gigantes que seguem até o Varadouro.

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